domingo, 19 de agosto de 2012

As novas combinações de alimentos que fazem bem à saúde


Veja como podemos, utilizando alimentos que fazem parte da nossa rotina mudar um pouco nossa alimentação.

Capa Época 744 (Foto: divulgação)
Houve um tempo em que, se alguém dizia que uma comida era boa, queria dizer que sentia prazer na refeição. Hoje, quando alguém fala em comida boa, em geral quer dizer que faz bem à saúde. Parece que, depois de 2.500 anos, finalmente estamos prestando atenção ao que o grego Hipócrates, pai da medicina, pregava: “Faça do seu alimento seu remédio”. 
E tome alho para resfriado, abacate para a pele, feijão para controlar o nível de ferro... Se você é dessas pessoas (e quem não é?) que vivem prestando atenção aos efeitos dos alimentos que consomem, prepare-se: a lista acaba de crescer. Segundo estudos recentes em culinária e saúde, os alimentos não têm efeito isolado. Eles agem em conjunto. Ingerir dois ingredientes juntos surte efeitos diferentes de consumi-los em separado. Isso porque, em seu corpo, eles interagem. No pior dos casos, fazem você passar mal. No melhor, facilitam a absorção de seus nutrientes e podem ajudar no tratamento de doenças como alergias, insônias e até alguns tipos de câncer. Antes, para comer bem, bastava procurar alimentos saudáveis, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais e carnes com pouca gordura. De preferência, de boa procedência. Agora, os pesquisadores de alimentos afirmam que é preciso pensar em como combinar esses ingredientes.

Três receitas saborosas e saudáveis:

Morango com crème fraîche - restaurante The Living Room (Foto: reprodução/Restaurante The Living Room)
O creme de leite usado para fazer a calda foi substituído por leite integral. A quantidade de bolacha assim como a de crème fraîche foi reduzida, enquanto o número de morangos dobrou. O resultado foi um aumento da quantidade de vitamina C, e redução de 40% do total de gordura da sobremesa.




Medalhão de Lombo de Coelho - restaurante Rouge Tomate (Foto: reprodução/Restaurante Rouge Tomate)
O medalhão é envolto por presunto parma e uma crosta de pão moido com ervas. Ele é acompanhado de purê de maça, vegetais da estação e cogumelos. O prato é composto em sua maior parte por proteínas (49%), e tem pouco carboidrato (15%). As vitaminas E, presente nos cogumelos, e A, presente na maça, são absorvias com a ajuda da gordura do presunto parma.



Salmão ao molho de frutas vermelhas e champagne - restaurante Le Manjue Bistrô   (Foto: reprodução/Restaurante Le Manjue Bistrô)
Peixe grelhado servido ao molho de mirtilo, amora, morango, framboesa, uva e champagne servido com arroz de coco fresco, óleo de coco e castanhas do Pará. O ômega-3 do salmão é um poderoso agente contra o colesterol ruim, mas é altamente oxidante. O óleo de coco, rico em vitamina E, age como um antioxidante, potencializando o efeito do ômega-3.  
  
  



quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Alimentos do categoria "Enlatados" que contém maior quantidade do nutriente "Sódio".


Alimentos que não contém o nutriente "Sódio" podem ser omitidos desta lista.
Molho de tomate Pomarola Tradicional Peneirado
Molho de tomate Pomarola Tradicional Peneirado
Cargill Agricola S.A
ingredientes: - Tomate - Cebola - Sal cloreto de sódio - Açúcar - Amido - Óleo vegetal - Salsa - Aipo - Pimenta do Reino - Glutamato monossódico - Aromatizante de Alho - Aromatizante de Cebola
Atum sólido ao natural light Gomes da Costa
Atum sólido ao natural light Gomes da Costa
GDC Alimentos S.A.
ingredientes: - Atum - Água - Sal cloreto de sódio
Sardinha com olho de tomate Gomes da Costa
Sardinha com olho de tomate Gomes da Costa
GDC Alimentos S.A.
ingredientes: - Sardinha - Água - Polpa de tomate - Óleo comestível - Mostarda - Açúcar - Sal cloreto de sódio - Amido modificado - Glutamato monossódico - Aroma de aipo - Pimentão - Cebola - Alho






http://www.tabelanutricional.com.br/categoria/enlatados/1/6@8

Teor de Sódio nos Alimentos

Olá!
Conheçam o site da Dra Alessandra Coelho, são apresentadas muitas informações sobre alimentação, e ainda várias tabelas onde demonstram o teor de sódio de vários alimentos. 

Site: http://www.alessandracoelho.com.br/index.html

Tabela Alimentos: http://www.alessandracoelho.com.br/teor-de-sodio.htm

Brasileiro vê sódio como principal "vilão" da dieta, mostra pesquisa




Ana Sachs
Do UOL, em São Paulo

Culpa, peso na consciência, ansiedade. Todo mundo já sentiu algo assim ao se deparar com pratos gordurosos, calóricos ou cheios de açúcar. Mas mais do que algo momentâneo, a preocupação com o que se coloca no prato está virando uma tendência entre os consumidores brasileiros.
Com acesso a mais e melhores alimentos graças ao incremento da classe C, o brasileiro está comendo de forma mais consciente. O aumento da obesidade em todo o país, que já atinge cerca de 48% da população, segundo dados do Ministério da Saúde, e a preocupação com a saúde e qualidade de vida, em especial entre idosos, delineiam este atual cenário.
  • Thinkstock
    O brasileiro está mais consciente de que o que coloca no prato pode ter impacto na sua saúde
A conclusão é da segunda edição da pesquisa Os Hábitos Alimentares dos Brasileiros, feita em 2011 pela consultoria de estudos comportamentais sobre o consumidor Toledo Associados em parceria com mais de 20 empresas. Foram 28 grupos de discussão e 3.000 estudos de caso, em 10 capitais. Participaram homens e mulheres de 17 a 65 anos, em igual proporção, das classes A, B, C e D.
“A alimentação deixou de ser um ato automático e tradicional para se tornar consciente e reflexivo”, avalia a antropóloga Lívia Barbosa, especialista em comportamento do consumidor. “Mesmo quem não quer se preocupar, acaba se preocupando. O prato é hoje um campo de batalha e o brasileiro está a todo tempo tentando contrabalancear as diversas pressões em relação à alimentação”, continua ela.
Há uma maior consciência de que o que se come hoje poderá refletir em risco de doenças futuras e o sódio é visto como o grande “vilão” do momento – no levantamento anterior, feito em 2006, essa posição era ocupada pelo açúcar.
Entre as doenças que mais preocupam estão: a hipertensão (65%), o diabetes (63%) e o colesterol alto (54%), em especial entre os mais velhos. A obesidade, por sua vez, ficou em quarto lugar, com 45%, e preocupa mais os mais jovens.
Outra grande mudança foi na forma como se encara a alimentação. “Ela passou de um ato cotidiano para um momento ritualístico, ligado ao prazer”, diz. Comer se transformou em lazer, virou um programa, e o gasto da população com comida chega a patamares da Europa e dos EUA nas classes A e B.
Segundo o levantamento, 70% dos entrevistados disseram comer fora de casa, contra 54% em 2006. Há uma diferença, no entanto, entre as refeições fora de casa no fim de semana, que é vista como lazer, e a durante a semana, que é vista como obrigação.
Essa tendência de alimentação como lazer é evidenciada pela maior preocupação com a qualidade e a forma com que se come do que antigamente, com o surgimento de novos utensílios para cozinha e toda uma estética ligada ao local. “Antes ali era uma área meio abandonado da casa. Hoje, é um dos primeiros locais que se reforma”, afirma a antropóloga.
Para os brasileiros, o café da manhã ainda é a refeição mais importante do dia e, graças ao crescimento da classe C no país, a mesa do desjejum no país ganhou novos itens, como queijos, cereais e frios.
Já o almoço é uma refeição central, que precisa ter sustância, segundo a pesquisa. O quilo ganhou novo status, como uma opção de comida mais leve e saudável para quem não pode comer em casa durante o expediente. Já no final de semana o que se procura é lazer e sociabilidade, sem tanto controle do que se irá comer.
O jantar precisa ser prático, mas não por isso menos saudável, aponta a pesquisa. Cerca de 40% dos entrevistados disseram substituí-lo por lanches e derivados de leite, como queijo e iogurte, e pratos congelados de fácil preparo. A comida processada, tida como vilã no passado, hoje é vista de forma mais amistosa, como uma aliada. No levantamento, 48% disseram comprar comida fora e levar para a casa.
  • Thinkstock
    A questão da obesidade tem impulsionado o brasileiro a pensar melhor no que come
Em todas as faixas etárias, os entrevistados notaram melhora em sua alimentação nos últimos cinco anos. A exceção fica por conta da faixa entre 17 e 24 anos, que diz se alimentar de forma pouco saudável. É nesta fase que alguns jovens saem de casa, tem de “se virar” para se alimentar e acabam comendo na rua, sem horário.
Segundo a pesquisa, a televisão é o meio pelo qual 66% dos brasileiros mais se informam sobre alimentação. Atualmente, há na TV 25 shows semanais de alimentação e gastronomia na TV brasileira.
Obesidade
A questão da obesidade crescente fica evidente quando se avalia o percentual dos que fazem dietas: 24% das mulheres e 16% dos homens.
Outros dados também revelam essa preocupação cada vez maior dos brasileiros com a balança. Dos entrevistados, 34% fazem alguma atividade física, sendo a caminhada a mais praticada (63%), principalmente entre as mulheres mais velhas, seguida de futebol (25%) e musculação (19%).
Cresceu também a noção de que uma comida saudável também pode ser gostosa, algo que não se notava no levantamento anterior.  “Em 2006, saudabilidade era o oposto de gostoso na visão dos entrevistados. Agora a percepção é de que é possível ter prazer com um alimento saudável, o que sinaliza uma mudança de postura, menos radical”, observa Lívia.
O homem, que em 2006 dizia ter entrado no mundo da alimentação pelo prazer, agora também participa do dia a dia na cozinha de casa. Hoje, 34% ajudam a mulher a fazer o jantar em casa, contra 13% no levantamento anterior. E 58% participam da compra dos alimentos, contra apenas 14% em 2006.
Ato político
Hoje, se alimentar deixou de ser apenas um ato para suprir uma necessidade biológica, mas tem implicações políticas. “A alimentação adquiriu centralidade, pois tem ligação com políticas públicas, agricultura familiar, emissão de carbono na atmosfera. O Estado está na mesa da nossa cozinha, discutindo com os movimentos sociais o que se deve comer”, fala a antropóloga.
O Estado deixou de ter um papel passivo e restrito para um papel pró-ativo, definindo o que é boa alimentação e o que se deve comer. O fato é comprovado pela pesquisa: 87% dos entrevistados avaliam como positiva a atuação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão citado pela primeira vez no levantamento.
O brasileiro se apresenta mais flexível quando o assunto é comida. Em outros países, vegetarianos têm seus próprios restaurantes, sem se misturar. No Brasil, é possível comer em um único local comida vegetariana, carnes, massas, pizza, sushi, tudo isso para agradar a família toda.  “Aqui, mistura-se diferentes tradições alimentares para todos poderem ir juntos a um restaurante, algo impensável na Europa, por exemplo”, explica Lívia. “O brasileiro não é radical. Ele opta pela sociabilidade em detrimento da ideologia”, diz. 



segunda-feira, 13 de agosto de 2012

COMIDA QUE CUIDA 3 - CORAÇÃO


14 de Setembro de 2011

Do estresse ao cigarro, passando pela vida sedentária e o perigo do excesso de gorduras e do sal na alimentação, tudo é importante na vida de quem já passou por um sério problema cardíaco e rever o estilo de vida pode evitar novos sustos com o coração.
 
Terceira obra da coleção, o livro Comida que Cuida 3 – Receitas e histórias para você fazer as pazes com o seu coração transpõe as fronteiras da alimentação. Com tantos fatores a influenciar a saúde do coração, o livro ganhou formato de almanaque, com textos compactos, em tom sempre bem-humorado e positivo, de forma didática, derrubando velhos mitos. 
Nas mais de 80 receitas é possível encontrar soluções práticas para o dia-a-dia e várias dicas de alimentação, selecionadas por quatro nutricionistas especializados em cardiologia. A Chef Carla Pernambuco, do restaurante Carlota, selecionou outras 22 receitas para ocasiões especiais, mostrando que é possível, com equilíbrio, se alimentar com prazer e requinte. 
Em Comida que Cuida 3 – Coração, especialistas de diferentes regiões do país prestam depoimentos sobre as questões ligadas à saúde do coração. 
Nos contos que intercalam os oito capítulos do livro, se propõe uma pausa nas preocupações, com direito a momentos de nostalgia, para celebrar as várias manifestações do amor, como o amor de mãe, em “Acalanto”, ou o amor pelo futebol, em “Camisa Molhada” e de outras histórias igualmente marcantes. 
O livro é dirigido a pacientes com cardiopatias e pode ser obtido de duas maneiras:
 

Versão eletrônica

Importante
A autorização para publicação parcial ou integral do livro em quaisquer outros meios de comunicação deverá ser solicitada à comunicacaoinstitucional@sanofi.com, devendo figurar de maneira clara os créditos da obra.

COMIDA QUE CUIDA 2 - DIABETES


14 de Setembro de 2011
Crianças, adolescentes, adultos e idosos com diabetes podem e devem levar uma vida saudável, desfrutando plenamente o convívio familiar e social.
 
O livro Comida que Cuida 2 – O prazer na mesa e na vida de quem tem diabetes vale-se de uma linguagem acessível para abordar as dificuldades do dia-a-dia, estabelecendo um diálogo franco e aberto tanto com pessoas que convivem há anos com o diabetes, como com aquelas que acabaram de receber o diagnóstico e acreditam que suas vidas perderam a graça e o sabor. 
O livro trata, sempre de forma acolhedora, as preocupações das famílias, apresentando depoimentos de pessoas com diabetes e de vários endocrinologistas brasileiros especialistas no tema, desmistificando velhos conceitos sobre a doença. 
Comida que Cuida 2 – Diabetes reúne cerca de 70 receitas, inclusive sobremesas, e dá ainda dicas de como se alimentar fora de casa ou em ocasiões especiais sem transgredir as regras básicas de alimentação que pessoas com diabetes precisam seguir. 
O livro é dirigido a pacientes portadores de diabetes e pode ser obtido de duas maneiras: 
 Versão eletrônica
Importante
A autorização para publicação parcial ou integral do livro em quaisquer outros meios de comunicação deverá ser solicitada à comunicacaoinstitucional@sanofi.com, devendo figurar de maneira clara os créditos da obra.

COMIDA QUE CUIDA - CÂNCER

14 de Setembro de 2011

Com freqüência, o tratamento de câncer afasta o paciente da comida: alguns perdem o olfato, outros têm o paladar alterado ou reclamam do gosto metálico persistente na boca. O desconforto costuma ser grande e o desinteresse por se alimentar pode comprometer a sua recuperação.
Comida que Cuida - Câncer
Foi pensando em achar uma maneira de resgatar no paciente o prazer de se alimentar, de estimular o seu apetite e ajudá-lo a se restabelecer mais rapidamente, que a Sanofi lançou, em 2006, a primeira edição do livro Comida que Cuida – Câncer.
Desde o seu lançamento, já foram distribuídos gratuitamente 25.000 exemplares do Comida Que Cuida – Câncer a 215 instituições hospitalares e milhares de downloads da versão digital foram feitas a partir dos sites da Sanofi.
A nova edição traz assuntos imprescindíveis e atuais para quem está na batalha contra o câncer: os cuidados com a saúde bucal, o papel dos imunonutrientes, o controle de peso após o câncer de mama e a alimentação das crianças em tratamento. Das novas receitas ao visual de encher os olhos, até o título ganhou tempero especial: “Comida que Cuida 1 - Mais cor no prato e na vida durante o tratamento do câncer". Tudo para devolver a água na boca de quem está com dificuldades para se alimentar.
A obra é dirigida a pacientes em tratamento de câncer e pode ser obtida de duas maneiras:
 Versão eletrônica

Importante
A autorização para publicação parcial ou integral do livro em quaisquer outros meios de comunicação deverá ser solicitada à comunicacaoinstitucional@sanofi.com, devendo figurar de maneira clara os créditos da obra.

MUSAS - Coisa de Mulher

http://www.movimentomusas.com.br/

Dicas e Informações de Saúde

http://www.sanofi.com.br/l/br/pt/index.jsp

Associações de Apoio aos Pacientes de Câncer


1-ABRAPEC - Associação Brasileira de Assistência aos portadores de CA
Funciona: 8h às 11h e 14h às 17h
Contato: (61) 3352-3157
Tem Advogados; cesta básica; médicos.
Obs.: A Erisneide faz parte do Grupo de Quimioterapia e é assistida pela Associação
 (61)8124-7084/8526-7859

2- Hospital de Base -Rede Feminina - Ala 5.
Distribuem cesta básica.

3-AAPC - Associação de Assistência aos portadores de CA
(61) 3365-4431 - QI 3 Lago sul.

4- ASTROPEC - Associação de Assistência ao Tratamento p/ pessoas com Câncer
(61)3963-8957/9311-8465

Recinto de Caridade Adolfo Bezerra de Menezes- Hospital Espiritual



Endereço: A/E 12 Qd. 12 Setor Sul – Gama –DF   Fone: (61) 3385-4821

Grupo de Rádio e Quimioterapia      

Médico: Dr. Aguiar Freitas(Oncologista)

Orientações para as pessoas de primeira vez

O Recinto funciona toda 2ª, 4ª e sábado no horário de 7h às 10h da manhã . O tratamento tem uma seqüência. Se não puder  segui-la, venha pelo menos uma vez por semana(para as pessoas que moram no Distrito Federal). E para as pessoas que moram em outros Estados/Países:
1.       Deixar Nome e Endereço de Residência no Livro para acompanhamento.
2.       Retornar ao Recinto sempre que possível.
O tratamento de Radioterapia/Quimioterapia é para as doenças:
Quanto à alimentação EVITAR:

  • Fibromialgia
  • Doença Renal Crônica
  • Esclerose
  • Hepatite C
  • Diabetes
  • Trombose
  • Lupus
  • AVC
  • HIV
  • Câncer
  • Leucemia
  • Doenças Desgenerativas
  • Outros

  • Coca-cola
  • Carne de porco
  • Álcool
  • Fumo
  • Leite (tomar leite de soja)
  • Piquí
  • Pimenta
  • Pimentão
  • Abacaxi
  • Repolho
  • Peixe de Couro
  • Surubim
  • Curimatã
  • Carne Gordurosa
  • Consumo excessivo de Açúcar
  • Camarão/Frutos do mar
  • Bacalhau

  • O Tratamento do Recinto é feito juntamente com o tratamento material. Portanto informe sempre ao Dr. Aguiar a conduta que seu médico tomará.
  • Se for fazer cirurgia, favor preencher o formulário e deixar uma via na mesa do médico e a outra via na recepção.
  • Favor preencher seus dados no cadastro do  Grupo de Quimio (Falar com Telma).
O Dr. Aguiar Freitas, médico Italiano, da Cruz vermelha, desencarnou aos 32 anos de idade, na Segunda Guerra Mundial com um tiro nas costas quando estava atendendo os soldados feridos. O mesmo tinha 32 anos de idade.